



Museu de História Natural e da Ciência
Veio até Nós
No âmbito das atividades desenvolvidas pelo Clube de Ciência Viva do Agrupamento de Escolas Carmen Miranda, Marco de Canaveses, relacionadas com o reconhecimento do valor do património natural e com a apropriação dos valores naturais e da biodiversidade, o Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto tem estado connosco.
Os alunos de Rua Direita, Avessadas, Quinta do Casal, Murteirados, Cerdeiras, Freita, Vila Verde, Searinha e Escola Básica Carmen Miranda têm tido oportunidade de conhecer, observar e identificar a biodiversidade das suas escolas com o apoio técnico e científico da Galeria da Biodiversidade – Centro de Ciência Viva e Jardim Botânico da Universidade do Porto.
Os alunos, abrindo horizontes, aprendem fazendo e, com orientação, experimentam de forma a conhecerem a biodiversidade, a importância de a defenderem e preservarem.
Dias que ficam para a vida.
Mostra Ciência




Ação de sensibilização sobre Economia Circular

22 de fevereiro - Ação de Sensibilização sobre Economia Circular
Engenheira Carla Carneiro colaboradora da empresa DS Smith.
As turmas A, E e F do 5.º ano e A, D, G e J do 6.º ano tiveram a oportunidade de compreender melhor o conceito a economia circular por oposição ao modelo de economia linear, “usa e deita fora”. O modelo implica a redução do desperdício ou dos resíduos ao mínimo. É um movimento baseado em princípios de minimizar os resíduos e a poluição, alargar o uso de produtos e materiais e regenerar os sistemas naturais. Através de atividades práticas os alunos ficaram a conhecer o caminho a vida do papel e a forma como pode ser recuperado e reinventado contribuindo assim para a sustentabilidade das matérias primas, para a redução dos resíduos e a regeneração e renovação dos sistemas naturais.
27 de junho - Museu em Movimento
Foi no Centro Sociocultural de Tabuado que o Museu de História Natural e da Ciência proporcionou atividades para os alunos do 1.º ciclo de Tabuado, Soalhães, Esperança, Freita, Gouveia e para as crianças do Pré-Escolar de Cerdeiras, Esperança e Ramalhais. Identificar a flora da escola, aprender com a biodiversidade, foram as atividades em que alunos, professores e mesmo encarregados de educação se envolveram e puderam participar.
Agradecimentos aos pais, encarregados de educação, à junta de freguesia de Tabuado e ao seu presidente, que se uniram a este evento.
O Clube de Ciência Viva da Escola Carmen Miranda agradece ainda aos responsáveis pelo Museu em Movimento, pelo dia diferente que proporcionaram a todos.






O nosso futuro está nas nossas mãos, só temos de semear as sementes certas!
Master ChoaKokSui
A história do amor-perfeito tem muito para contar, mas por agora vamos por aqui ficar.
Como toda a história bem contada este amor-perfeito tem um início.
Ele começa numa sementinha, muito pequenina, estilo de um bebé sensível como uma pétala delicada.
Depois, alguém plantou a semente que era uma grande sonhadora, sonhava crescer e crescer.
Mas como todos os bebés precisa de ser cuidada, com a ajuda do seu grande amigo Sol vai crescendo, mas obviamente precisa de nós, seres humanos, para lhe dar uma aguinha.
- Mãe anda ver como esta flor já está grande! – gritava a menina.
- Muito gira, não é filha? – dizia a mãe.
E esta grande sonhadora, cresceu e tornou-se um símbolo de perfeição, símbolo de um amor - perfeito.
Maria Gonçalves, 5.ºG

“Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que a fez tão importante. “ Antoine de Saint-Exupéry
Identificação da Flora Espontânea
Nesta atividade pretendeu-se fazer um estudo das plantas herbáceas de um dos jardins da escola, comparando as plantas que se encontram expostas ao sol e as que se encontram à sombra.
Para este estudo, delimitou-se de um quadrado, com 50 cm de lado, em dois locais diferentes, um exposto ao sol e outro à sombra de uma das árvores do jardim. De seguida procedeu-se à recolha, identificação das plantas e à contagem do número de cada espécie.

Local ao Sol
Local à Sombra
Conclusões:
No local (exposto ao Sol), existe menor biodiversidade, ou seja, encontram-se menos espécies, mas as plantas estão mais desenvolvidas.
No local (à sombra), há mais espécies diferentes, mas de tamanho muito reduzido.
Algumas espécies foram encontradas nos dois locais, mas, no local à sombra são menos desenvolvidas, como por exemplo, o capim e a língua de ovelha.
No local à sombra destaca-se a presença de musgo e de uma briófita hepática.
No local ao sol encontramos apenas plantas heliófilas, ou seja, que necessitam de grandes quantidades de luz, enquanto no local à sombra, além de heliófilas, também encontramos plantas umbrófilas.
Dia com o entomólogo José Grosso
No passado dia 27 de maio, a nossa escola teve a honra de receber o entomólogo José Manuel Grosso Silva do Museu de História Natural e da Ciência.
Os alunos do Clube de Ciência Viva puderam, numa conversa informal, colocar algumas questões sobre a importância dos insetos na biodiversidade. O exterior da Escola foi o espaço onde se foi observando, compreendendo e reconhecendo a importância da entomologia.
Os alunos que frequentam o oitavo ano de escolaridade foram convidados a participar numa palestra sobre a importância dos insetos na biodiversidade. Ao longo da palestra, os alunos ficaram a conhecer melhor algumas das interações e os serviços ecológicos que têm por base os insetos. Foi uma sessão muito proveitosa, existindo uma perfeita articulação com o programa educativo abordado neste grau de ensino.
Mais tarde, também um grupo de professores e educadoras participaram numa palestra subordinada ao mesmo tema: importância dos insetos na biodiversidade. No final desta, os professores e educadoras tiveram a oportunidade de interagir com o entomólogo, no sentido de ver as suas dúvidas esclarecidas, nomeadamente no que diz respeito a criação e colocação de “hotéis de insetos”.
Este dia foi de grande importância para o desenvolvimento de competências para a implementação das atividades inerentes ao Clube Ciência Viva e para o aumento da biodiversidade dos nossos jardins.

A Natureza Entra...
Vuuuuuu… Vuuuuuu…
O vento assobia na janela da nossa sala. As folhas dos plátanos voam em bandos pelo recreio da escola.
Trum tum tum… Trum tum tum…
A porta bate continuamente… faz frio.
Chuá, chuá,… Ping! Ping!...
Hoje não saímos, está a chover.
Um pardal pousa na beira da janela, impaciente abana a cauda e desaparece.
De repente a janela abre, o meu teste voa, uma mosca ziguezagueia pela sala e sai, a chuva salpica as folhas do meu caderno, uma folha de plátano pousa na carteira suavemente e a professora fecha a janela.
A Natureza entra-nos pela sala de aula, fazemos parte dela.
O primeiro período termina hoje e o clube também.
Gostei de colocar armadilhas, estudar e observar os seres vivos do solo, de trabalhar em grupo, de realizar experiências, de montar o puzzle do corpo humano, de trabalhar com os colegas de outras turmas, de ouvir a Natureza.
Como será o segundo período?
15 de dezembro de 2022
Texto elaborado com as frases dos alunos do Clube de Ciência Viva: Leonor (5G), João (5G), Irina (5G), Pedro (5G), Matilde (5G), Julia (5J), Helena (5J), Inês (5J), Lara (5J), Nuno (5J), Beatrice (5J), Ângela (7B), Clara (7B), Mara (7B), Sara (7B)
… e a Vida começa no Charco de Cerdeiras.
Pouco tempo depois de construído, colheu-se água e … temos vida…
Observações ao microscópio.


Deixem a Natureza Falar!
Hoje, apenas durante um minuto, ficámos quietos, em silêncio, abstraídos de todos os barulhos, imaginando-nos num espaço sem muros, sem grades, nem estradas, nem automóveis, só nós… a sós com a Natureza. Observámos, ouvimos e, surpresa, a magia aconteceu… Uma borboleta branca ondulou sobre as nossas cabeças, abriu-nos a porta e deixou-nos entrar.
“Olá, como te chamas?”
O Sol brilhava, uma agradável temperatura invadia-nos a todos e, ao mesmo tempo, uma brisa refrescava-nos. “Estás crescido!”
“Tens de ser mais calmo, olha como é grande a mesa dos meus convidados e todos têm tempo para me ouvir e observar.”
Alguns insetos voavam felizes à frente dos nossos olhos. Ao longe, um pássaro entoou um solo, logo seguido de outros, numa melodia curta, mas muito relaxante. Todos agradeciam a chuva dos dias anteriores, o presente há muito esperado. A festa estava animada.
“Não podes ficar muito ao sol!”
“Talvez, no próximo teste, tenha excelente.” … e o minuto acabou.
Até amanhã.
10 de novembro de 2022
Texto elaborado com as frases dos alunos do Clube de Ciência Viva (quinta-feira)
